Festival do Rio- Dia 6.

Hoje foi o dia mais frustrante do Festival do Rio pra mim. Além de várias coisas que aconteceram ao longo dele, que não tem porque escrever aqui, deu merda (desculpe a palavra) no Festival. Fui ver “O Som ao Redor”, um filme brasileiro que a irmã de uma amiga minha, que é cineasta (a irmã, não a amiga) recomendou. Fui no Roxy, que só tem uma sala disponível para o Festival (eu não sabia disso, achei que era em todas). Ok, sentei no meu lugar, muito bom por sinal, esperei um pouco, começou aquela vinheta com a Turma da Mônica (quem foi em algum dia do Festival sabe o que tô falando). No meio da vinheta, deu um pico de luz no cinema (só naquela sala sala). Luz voltou, reiniciaram o computador, filme começou, ótimo. Lá pro meio do filme, com mais de 1 hora passada, outro pico de luz. Dessa vez, não deu tudo certo. Os técnicos disseram que era impossível colocar o filme no ponto em que parou (só não sei porque era impossível, algo tão fácil de se fazer, ainda mais o filme sendo digital). Portanto, tínhamos duas opções, já que começar o filme do começo era impossível pois atrasaria a próxima sessão. 1- ir na sessão das 19h (eles disseram 17h, mas na verdade a sessão era 19h) levando o ingresso da que fomos assistir, e veríamos o filme “de graça” (pois pagamos pra primeira sessão). 2-Pegar nosso dinheiro de volta na bilheteria. Como eu já tinha compromisso, peguei meu dinheiro de volta. Mas acho que mesmo se não tivesse, teria pego, porque a outra sessão era na mesma sala, vai que acontece o mesmo problema novamente?

 

Eu, antes do filme começar, achando que tudo ia ser lindo e tranquilo.

Eu tinha um filme pra ver lá na 5a feira, e depois disso desisti. Só aconteceu isso na sala do Festival. E realmente o que estão dizendo, que o Festival desse ano está uma bagunça e dando vários problemas, é a mais pura verdade, já que é a segunda vez em 2 dias que tem algum problema em filme que vejo (a outra foi ontem, que tinha problema na legenda). Um festival desse porte tinha que ter um estrutura e produção melhor, ter uma equipe designada a resolver problemas como esse e o da legenda, ambos fáceis de resolver. Parece até má vontade. Talvez seja o lado negativo de trabalhar com voluntários.

Enfim, mas o foco tinha que ser o filme, não é? Não vi inteiro (infelizmente, porque estava gostando), mas ele é sobre uma rua de Recife e sua segurança. Mostra o cotidiano das pessoas que moram nesse rua (pelo que entendi, é de um bairro nobre), e como o local começa a perigar. Então, um grupo de seguranças particulares conversa com os moradores da rua, pedindo uma quantia de dinheiro para “tomar conta” da rua. E não sei o que aconteceu depois porque, né, o filme parou. Mas gostei do jeito como é mostrada a vida das pessoas. Nem parece um filme, parece que alguém entrou com uma câmera nas casas dessas pessoas. A atuação enfatiza isso, é bem naturalista, o que às vezes incomoda, admito, mas é muito interessante. Eu só queria saber como acaba…

 

Roupa de Festival.

 

 

Detalhe dos grampinhos de cabelo.

 

Não lembro de onde é nada que tava vestindo, mas assim que fui pro Festival hoje. 

 

 

Pra ver melhor como é o vestido.

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